segunda-feira, 22 de novembro de 2004

Esse eh meu novo blogger....Entrem e cometem...

Postado por Victor às 00:14:00
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Postado por Victor às 00:13:03
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domingo, 21 de novembro de 2004


Galera, esse blogger aki naum tá dando mais...Fiz outro blogger, um decente que de para comentar...Espero vocês lá.
Um abç...

Postado por Victor às 23:20:35
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sábado, 20 de novembro de 2004

O DONO DA FESTA
Nota: 6.0


Estava programada para eu ir viajar,por isso não fui a nenhuma locadora e nem reservei nenhum lançamento. Acontece que babou o programa e quando cheguei na locadora os novos filmes estavam todos locados e acabei pegando uns filmezinhos não muito bons e nem muito conhecidos. O primeiro que escolhi foi O Dono da Festa (Van Wilder, 2002 EUA de Walt Becker). Uma típica comedia americana em que eles usam as bobagens e infantilidades americanas para fazer a platéia rir, mas sem muito sucesso.

O filme não é nem um pouco original, faz uma mistura de um monte de filmes desse gênero, mas o pior de tudo é a grande falta de conteúdo do filme. Não estou falando novidade, mas todos conhecem que esse estilo de filme é banal, idiota e engraçado (não todos). Essas palavras são a marca desses filmes. O Dono da Festa não se destaca, não tem nada de surpreendente, nada de muito engraçado. Mas conta com a bela Tara Reid que fez um filme que não me lembro o nome (ela e o noivo vão para uma ilha e lá ele muda radicalmente) que está dando um banho em qualquer marmanjo com muita sensualidade.
Se você não tiver nada de bom na sua locadora com eu, só vai restar essa “belas” comedias

Sinopse:Van Wilder (Ryan Reynolds) é um jovem que está cursando o 7º ano da Coolidge College e deseja fazer dele o mais divertido ano desde que chegou ao local. Porém, Van Wilder tem alguns problemas. Seu pai resolveu cortar sua mesada, o que o obriga a arranjar um novo meio de obter a quantia necessária para organizar grandes festas, e o ciumento namorado da repórter Gwen Pearson (Tara Reid) está disposto a sabotar suas comemorações de qualquer maneira. Em busca de soluções, talvez Van Wilder seja obrigado a tomar uma medida drástica: se formar na universidade.

Postado por Victor às 01:29:55
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quarta-feira, 17 de novembro de 2004

O DONO DA FESTA
Nota: 6.0

Estava programada para eu ir viajar,por isso não fui a nenhuma locadora e nem reservei nenhum lançamento. Acontece que babou o programa e quando cheguei na locadora os novos filmes estavam todos locados e acabei pegando uns filmezinhos não muito bons e nem muito conhecidos. O primeiro que escolhi foi O Dono da Festa (Van Wilder, 2002 EUA de Walt Becker). Uma típica comedia americana em que eles usam as bobagens e infantilidades americanas para fazer a platéia rir, mas sem muito sucesso.

O filme não é nem um pouco original, faz uma mistura de um monte de filmes desse gênero, mas o pior de tudo é a grande falta de conteúdo do filme. Não estou falando novidade, mas todos conhecem que esse estilo de filme é banal, idiota e engraçado (não todos). Essas palavras são a marca desses filmes. O Dono da Festa não se destaca, não tem nada de surpreendente, nada de muito engraçado. Mas conta com a bela Tara Reid que fez um filme que não me lembro o nome (ela e o noivo vão para uma ilha e lá ele muda radicalmente) que está dando um banho em qualquer marmanjo com muita sensualidade.
Se você não tiver nada de bom na sua locadora com eu, só vai restar essa “belas” comedias

Sinopse:Van Wilder (Ryan Reynolds) é um jovem que está cursando o 7º ano da Coolidge College e deseja fazer dele o mais divertido ano desde que chegou ao local. Porém, Van Wilder tem alguns problemas. Seu pai resolveu cortar sua mesada, o que o obriga a arranjar um novo meio de obter a quantia necessária para organizar grandes festas, e o ciumento namorado da repórter Gwen Pearson (Tara Reid) está disposto a sabotar suas comemorações de qualquer maneira. Em busca de soluções, talvez Van Wilder seja obrigado a tomar uma medida drástica: se formar na universidade.

Postado por Victor às 20:30:35
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sábado, 13 de novembro de 2004

2 PERDIDOS NUMA NOITE SUJA
Nota: 7.5


Parece que nosso governo junto com suas associações resolveram mostrar que o melhor lugar do mundo para se morar é o Brasil. Com campanhas publicitárias, novelas e agora filmes eles mostram realidade de alguns brasileiros que decidem residir em outro país. 2 Perdidos Numa Noite Suja (Idem, Brasil, 2003 de José Joffily) é um filme que mostra 2 brasileiros que não deram sorte num pais chamado Estados Unidos.

O que mais me chamou atenção foi como eles conseguiram mostrar a Nova Iorque diferente de quase todos os filme envolvendo essa cidade.Suja, marginalizada e de desemprego. O que tem de melhor no filme se deve à fotografia, com certeza. Sabemos que existe tudo isso, mas sabemos que existem brasileiros que acham que lá vai se dar bem de cara, como o personagem de Roberto Bomtempo, e depois de um certo tempo percebem que é muito diferente do que imaginam. Não se compara ao Brasil, sabemos que nos paises de 1º mundo a taxa de violência, natalidade, corrupção é bem reduzido e talvez a algum desses motivos ou todos muito gente deixa o Brasil a cada ano. Oops!...Sei que era para falar do filme, mas é que esse assunto de imigração sempre me interessa muito, mas vamos voltar ao filme.

2 perdidos numa noite suja não é um filmaço, mas para os padrões brasileiros eu gostei. Sei que o filme tem horas que é confuso junto com o seu roteiro, usam e abusam de clichês. Desespero, saudade, drogas, sexo, amizade, zuação, frio. Tem de tudo nesse filme, mas o que eu falta mesmo é história. Imagina: 2 brazucas nos EUA sem emprego. O filme só fica nisso, no desespero. É um filme que se a pessoa não se interessar de cara não vai gostar.

Considero Débora Falabella uma das mais talentosas atrizes da nova geração. Você percebe as suas mudanças a cada novela, filme, cena. Ela está na mais nova novela global das 8 como a doce Maria Eduarda, viveu a viciada Mel em O Clone, transou o Cazuza no filme, a apaixonada de A Dona da história e nesse filme a rebelde/viciada/prostituta Paco. Sem duvidas, muitos trabalhos ainda virão.
P.S.: Desculpe o texto grande.

Sinopse:Paco (Débora Fallabela) e Tonho (Roberto Bomtempo) são imigrantes brasileiros ilegais em Nova York. Tonho, tímido, mineiro como outros milhares de clandestinos, sonha em ser bem-sucedido, mas sente saudades da família e do Brasil. Procurado pelo serviço de imigração e preso, vive o desespero de ser deportado. Paco, artista de talento, indiferente a tudo menos à sua carreira, ambiciona estourar nas paradas de sucesso. Em meio às esperanças, dificuldades e desencontros, o casal se apaixona em uma metrópole bela e violenta.





Postado por Victor às 20:38:02
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EM CARNE VIVA E VIVA! AO BLOGGER PELO SEU 1º MÊS DE VIDA
Nota: 4.0


Há três dias, o blogger Cinema e Afins completou o seu primeiro mês de vida e eu nem me dei conta disso. Estava tão preocupado na escola que esqueci e estou aqui para agradecer a todos que entraram e apesar de meus coments está ruim, um abração mesmo pra quem tentou comentar e que seja o 1º mês de muitos outros...Mas nem tudo é festa, o filme que trago agora é um dos piores que já assisti.

Sem sombra de duvidas Em Carne Viva (In the Cut, EUA, 2003 de Jane Campion(diretora de O Piano) é um dos filmes mais chatos e mais monótonos que eu já vi em toda a minha vida. O filme conseguiu me tirar do sério e teve certas horas que pensei em tirar o dvd de tão chato que ele é. Foram 2 horas de impaciência e de stress. Acho que erraram na hora de escolher o gênero do filme, pois ao invés de suspense eu acho que era erótico. O filme nada tem ao invés de cenas de sexo entre os atores e puramente desnecessárias e algumas até de mau gosto.

Um conselho de amigo: se este filme estiver na sua locadora, NÃO O ALUGUE! Você vai perder tempo e dinheiro. A história já é fraca, de quinta e ainda por cima com tudo chato...Elenco, roteiro, fotografia...Imagina um filme de suspense parado??Impossível, mas no filme A Carne Viva é assim...Me deu tanto sono, mas tanto sono que quase cochilei...Sorte nossa que ainda temos bons filmes de suspenses com boas e histórias e diretores, senão...
OBS: Se vocês perceberam acho que a carreira de Kevin Bacon não deve estar muito boa. O ator faz uma mera participação no longa como o ex namorado de Frannie.

Sinopse:Frannie Avery (Meg Ryan) é uma professora solitária, que inicia um relacionamento com o detetive James A. Malloy (Mark Ruffalo) e vive em Nova York. Malloy está investigando um assassinato ocorrido na vizinhança de Frannie, sendo que o relacionamento de ambos aos poucos toma rumos cada vez mais sombrios


Postado por Victor às 00:51:09
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quinta-feira, 11 de novembro de 2004

A MARCA
Nota: 5.5


Só agora estou postando o que escrevi sobre este filme. O tinha visto deve ter uma semana, de tão chatinho que o filme é fiquei com preguiça de escrever. A Marca (The Twisted, EUA, 2004 de Philip Kaufman) não passa de um mero suspense policial que tenta te levar a vários pensamentos para quem cometeu os assassinatos, mas para o bom cinéfilo depois de 20 minutos de filme você percebe na hora...

Não gosto de assistir filmes em dias muitos quentes, não gosto de calor e este afeta meu astral...Isso deve ter sido mais um motivo de não me interessar tanto por ele e pela história. Ah!!Parei o filme umas duzentas vezes também, coisa que eu não suporto fazer, mas mesmo assim quando percebe que estou vacilando, presto mais atenção e me prendo mais a história.

O filme podia ser melhor até mesmo pelos atores...Samuel L. Jackson, Andy Garcia que estão sempre muito convincentes. O mesmo não posso dizer de Ashley Judd que parece muito forçada.
Teve uma parte que não me conformei. A personagem de Judd deixou cair uma chave quando ia abrir a porta do carro. A chave foi parar quase do outro lado.Como?? Sempre achei essas histórias muito manjadas...Sempre são as mesmas coisas. Um assassinato, vários suspeitos incluindo a principal, o herói, o malvado...Já tá na hora de mudar...

Sinopse:A recém-promovida detetive de polícia Jessica Shepard está à procura de um assassino em série e fica chocada ao descobrir que os homens com quem manteve recentemente relações sexuais são as vítimas. A investigação vai se mostrando cada vez mais complexa quando o seu parceiro passa a se comportar estranhamente e o comissário de polícia recebe o pedido de removê-la do caso por ela ser a principal suspeita. Todas as pistas apontam para nesta direção e Jessica começa a suspeitar que pode ser ela mesma a criminosa que está procurando.


Postado por Victor às 21:37:18
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terça-feira, 9 de novembro de 2004

VIVA VOZ
Nota: 6.0


Não devia estar fazendo isso, estou em época de provas no colégio e tenho que estudar (preciso de 9.5 em Química), mas estava com o filme Viva Voz (Idem, Brasil, 2004 de Paulo Morelli) na minha cara, ali frente a frente e tive que assisti. O filme não é ruim, mas achei o tema do filme não segura suas 1h e 30...Tem horas que eles apelam, fazem varias coisas sem sentido. Será isso tudo só para enrolar??

Mas tenho que dizer que o filme não muito ruim. Apesar de o cinema brasileiro só saberem produzirem comédias (sabemos o porque, mais barato), algumas delas são idiotas (a maioria). Viva Voz não é o tipo de comedia que vai te fazer rolar de rir...Parece muito com os sitcom americanos. Todo o elenco está de super legal e um bom entrosamento.

O filme perde por ser uma história muito comum em comedias. Você vai ver esse filme e vai pensar “Parece que já assisti isso”. O filme tem horas que é muito idiota que chega dá raiva, mas para os padrões brasileiros eu já me acostumei. Existem comedias muito mas interessante mas Viva Voz é um pequeno entretenimento.

Sinopse:Duda (Dan Stulbach) é um empresário inseguro, que está para receber uma alta quantia em dinheiro proveniente de uma transação ilegal. Duda pretende usar a quantia para pôr sua vida em ordem, inclusive encerrar o longo romance que mantém com Karina (Graziella Moretto), sua amante. Porém, quando Karina tenta agarrar Duda, ela acidentalmente liga o celular dele, que faz uma ligação para Mari (Vivianne Pasmanter), esposa de Duda. É quando, através da ligação, ela descobre que seu marido a está traindo e parte ao seu encontro.

Postado por Victor às 11:54:21
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sábado, 6 de novembro de 2004

OS ESQUECIDOS: História maneira,mas um final ridículo.
Nota: 7.0



Infelizmente não pude ver “Abraço Partido”. Como o filme não foi tão comentado em termos de publicidade e em sua segunda semana em cartaz já reduziram pra caramba o numero de salas onde o estão exibindo e não sei se conseguirei vê-lo. Mas assisti o tão falado Os Esquecidos (The forgotten, 2004, EUA de Joseph Ruben) que foi comparado ao excelente O Sexto Sentido. Gostaria de saber em primeiro lugar quem os comparou, pois devia estar dopado, maluco, cheirado...

Os Esquecidos não é tão ruim e pensei que fosse melhor. O final é um dos piores. Tinha tudo pra ser melhor, tem uma boa história e excelentes atores, mas deixa “alguns furos”. Não vou entrar muito em detalhe sobre o filme. A pessoa que o assistiu saberá exatamente o que estarei escrevendo. O que era aquilo? Eu acho e tenho quase certeza que ninguém sabe e, por favor, se alguém souber me diga.

Quando saí do cinema pensei a mesma coisa quando acabei de assistir A Vila. Calma!!Não estou dizendo que o filme é ruim, mas foi aquilo que eu disse antes. O filme apresenta certos furos. Para certas coisas tinha que ter algumas explicações que ficaram pendentes e com isso o filme perdeu muito. Poderia ser um dos melhores suspenses do ano. Mas dentre as porcarias que estão fazendo Os Esquecidos pode até ter a mais umas estrelas.

Julianne Moore é Telly Paretta, uma mulher em desespero por causa da morte do filho de 8 anos. Telly se surpreende ao ouvir de seu psiquiatra que ela teria inventado em sua cabeça oito anos de lembranças de um filho que nunca teve. Ao conhecer uma oura paciente que passou por semelhante experiência, ela embarca numa dura missão para provar a existência do filho e a sua sanidade mental.

P.S.: Ficarei pelo menos uns 5 dias sem colocar nenhum filme novo, pois estarei com provas no colegio e preciso estudar...hehehehe....Preciso de 9.5 para passar sem prova final...Isso que dá ficar vendo filme....


Postado por Victor às 16:12:21
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terça-feira, 2 de novembro de 2004

EXORCISTA - O INÍCIO
Nota: 5.0



Não estava muito em meus planos ter ido assistir a este filme, acho que tem melhores filmes estreando em cartaz que vale a pena ser assistido, é o caso do argentino “O abraço Partido” que quero muito ver e vejo se o assisto ainda essa semana, mas levando em conta horário e localidade acabei assistindo Exorcista: o inicio (Exorcist: the beginning, EUA, 2004 de Paul Schrader). Entrei na sala já achando que o filme ia ser uma porcaria e que não ia ter nada de assustador, e acertei.

Sempre achei que essas coisas de espíritos, demônios, pestes sempre são melhores expressados em certos lugares, na maioria lugares quente, pobres, desertos, onde mostram escravidão, trabalho braçal. Acho que dá uma maior realidade...Mas isso não foi muito bem retratado nesse filme. O filme não tem NADA de assustador...Pelo menos eu achei. Para não falar que odiei só a parte do parto eh maneira junto com os batuques africanos.Mas tirando isso, o filme não passa de bobinho...

O filme nem se compara e perde em todos os quesitos para O Exorcista de 1973. Não me conformo com isso. Nos dias atuais com maior tecnologia e recursos ainda fazem certas porcarias...Me diz o que é aquela maquiagem na mulher??Muito mal feita...As pessoas que estavam no cinema estavam rindo...Mas como dizem os gênios pertenceram ao passado e até hoje existem muitos filmes antigos que dão de 10 em atuais...São poucos os diretores de hoje em dia que sabem fazer filmes de boa qualidade. Não vou entrar em detalhes, mas Paul Scharader não dirige um filme há muuito tempo. Ficou fazendo produções independentes e com a morte do primeiro diretor Scharader teve que assumir...

Não acho que pode ser o pior filme do ano, pode está na lista, mas o topo eu acho que deve ser de Táxi. Esse filme deve ser uma merda, mas eu quero conferir. Por enquanto eu ainda acho pior Anaconda 2, A marca e outros...No final do ano estou pensando em fazer os 10+ e os 10-...E o pior que eu li que estão pensando em fazer uma continuação...Resta saber qual será...

O filme volta ao passado e mostra quando o Padre Merrin (do Exorcista de 1973) teve seu primeiro contado com o Demônio. Merrin abandonou a carreira de padre e decidiu ser Antropólogo e vai até o Quênia a trabalho para um cara. Chegando lá descobre uma igreja que foi soterrada há uns 1500 anos. Quando começam a desenterra-la, estranhos acontecimentos ocorrem...Não é um dos melhores em cartaz mais vale a pena ser conferido

Postado por Victor às 18:53:12
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domingo, 31 de outubro de 2004

MATADORES DE VELHINHAS: Simpático e agradável
Nota: 7.5



Muita gente falou mal de Matadores de Velhinhas (The LadyKiller, EUA, 2004 de Joel e Ethan Coen), mas não achei tão ruim assim. Pode não ser o melhor dos irmãos Coen. O filme perde em cenas desnecessárias, mas o achei bem legal, com um humor debochado e com uma boa atuação de Hanks. Sinceramente, assisti apenas 3 filmes dos irmão Coen e até o ultimo que vi não tenho nada contra eles. Não sou fã mais não detesto. Eles tem personalidade e fazem filme do estilo e da maneira deles.

Apesar de ser um remake de um filme de 1955- O Quinteto da Morte-(não o vi por isso não vou falar que é melhor ou pior), mas Matadores de Velhinhas tem seu charme, sua personalidade. A velhinha sem duvida é a melhor do filme. Com muita naturalidade ela consegue convencer a todos com suas palavras e atitudes...Uma coisa que eu achei ruim é que existem partes super forçadas, desnecessárias e que não desenrola. O tornando no momento bobo, mas sem duvida, o filme é um ótima pedida.

O filme se passa quando o professor G.H. Dorr (Tom Hanks) tem um grande plano para assaltar um cassino. Ele aluga um quarto na casa de uma senhora (Irma P. Hall), onde convoca seus comparsas para discutir o plano de ação. A situação se complica quando a senhora descobre o plano, o que faz com que os ladrões tenham que eliminá-la de qualquer maneira.


Postado por Victor às 17:08:17
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quinta-feira, 28 de outubro de 2004

MAR ABERTO: Aflição Contínua
Nota: 8.5



Vc sabe o que é esperar 2h e 30min para ver um filme??Foi isso q aconteceu comigo na ultima sexta...Sai do colégio 1 da tarde o filme só começava às 15:40, e eu não querendo vir pra casa direto fiquei esperando e esperando...Mas valeu a pena, Mar Aberto (Open Water, EUA, 2004 de Chris Kentis e Laura Lau) é um ótimo filme. Você consegue ficar vidrado, nervoso, aflito e com vontade de querer saber o que irá logo acontecer.

Todas as cenas são muito boas e as partes com os tubarões melhores ainda. O filme não assusta literalmente, mas com certeza deixa você bem nervoso em certas partes - principalmente quando chega a noite-. A atuação de Blanchard Ryan e Daniel Travis, dois atores desconhecidos, mas muito bem preparados, estão muito eficiente em ambas às partes.

O casal de diretores, não apenas diretores com também roteiristas, produtores e cinegrafistas, entraram no meu conceito. A partir de uma câmera digital (é, uma câmera digital) eles produziram o filme inteiro e com tubarões de verdades. Apesar de a imagem do filme não ser lá grandes coisas, a minha empolgação foi tanta com o filme que descartei esse problema. Assim que as luzes do cinema se acenderão já tinha gente falando que o filme era uma droga. O povinho inútil...hehehehe...

Você se imagina na situação: Você e sua esposa vão tirar férias num belo lugar paradisíaco, desde então, eles resolvem mergulhar no meio do oceano com um grupo. A partir de uma conta idiota, Susan (Blanchard) e Daniel (Travis) acabam sendo esquecidos no meio do nada...E o pior ainda está para acontecer...Depois de varias horas com fome, sede, náusea, exaustão aparecem vários tubarões...E uma frase que os diretores falaram na coletiva de lançamento: “...fora de seu elemento e desassistido de seus confortos, o homem não é nada”. Ta aí uma situação que nem como ator quero passar.


Postado por Victor às 19:42:58
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terça-feira, 26 de outubro de 2004

AS BICICLETAS DE BELLEVILLE
Nota: 6.5



Como a eficiência da locadora daqui de perto é “muito boa” o filme As Bicicletas de Belleville (Les triplettes de Belleville, França, 2003 de Sylvain Chomet) só chegou agora e com uma pequena decepção. Não sei se é porque nos acostumamos com os desenhos brasileiros e muito mais com os americanos e a primeira coisa que notei quando estava assistindo ao filme foi a diferença na parte da animação, dos efeitos.Tudo bem simples, muito simples mesmo. A animação francesa não é ruim e muito menos boa é diferente. Pessoas com o nariz muito grande e com o tronco ultrapassando a cabeça, o cachorro que mais parece um boi. Foi o primeiro desenho francês que assisti e não gostei muito da experiência.

Sinceramente, não gostei muito do filme não. É muito chato um filme que quase não tem diálogos, muito monótono. Não vi o que ele tem de tão grandioso para ganhar vários prêmios e ainda mais uma indicação para Melhor Filme Estrangeiro 2004. Pela história eu pensei que ia ser um grande desenho...Não foi pela história, mas sim pela animação. Não gostei do estilo deles...

Champion é um menino solitário, que só sente alegria quando está em cima de uma bicicleta. Percebendo a aptidão do garoto, sua mãe começa a incentivar seu treinamento, para fazê-lo um verdadeiro campeão e poder participar da Volta da França, principal competição ciclística do país. Porém, durante a disputa, Champion é sequestrado. Sua mãe e seu cachorro Bruno partem então em sua busca, indo parar em uma megalópole localizada além do oceano e chamada Belleville

BOOM: Do teatro para sua casa
Nota: 8.5

Apesar desse blogger ser sobre blogger, eu aluguei a peça Boom (Boom, nos teatros desde 98, Brasil de Jorge Fernando) que saiu mês passado em DVD. Posso dizer com todas as palavras que é um grande espetáculo. Jorge Fernando pode interpretar qualquer papel a qualquer hora que ele é o cara. Ele sabe fazer comedia diferente de muitos que tem por ai.
Com a ajuda das pessoas na platéia (coitadas! São muito sacaneadas) ele vai levando quase 1 hora e 30 sem você ficar de saco cheio dele e de suas bobeiras.

Apesar de falar muiiiito palavrão, mas muito mesmo e muita sacanagem o espetáculo é bom demais. Uma das piores coisas de sua peça é o roteiro. É muito confuso, você acaba não entendendo nada. Deixa me explicar...Ele está lá falando e de repente ele vê algo de engraçado na platéia, ele pará de falar só para ver o que ta acontecendo. Com isso você se perde e nunca sabe bem o que ele ta falando. As partes mais engraçadas são quando ele zomba com as caras das pessoas na platéia. Se este DVD estiver na sua locadora, alugue!!Não irá se arrepender.


Postado por Victor às 21:12:47
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domingo, 24 de outubro de 2004

COLATERAL: O final salvou...
Nota: 7.5



Putz...Pela primeira vez Tom Cruise não faz o papel de mocinho, galã...Foi muito legal ve-lo como um vilão, um assassino que mata as pessoas por trabalho. Colateral (Collateral, 2004, EUA de Michael Mann) é um bom filme do genêro de ação/suspense. Consegue te prender do começo ao fim, com uma história não muito empolgante.

O filme se passa na bela cidade de Los Angeles, que por sinal está de parabens as pessoas que fizeram as fotografias e as produções e conseguiram captar o melhor da cidade, quando um assassassino de aluguel Vicent (Tom Cruise) e que tem a missão de matar 5 pessoas na mesma noite. E para ir mais rapido acaba pegando um táxi. As circunstancias acabam fazendo com que Vicent sequestre o taxista, vivido por Jamie Foxx.

Um dos grandes motivos para eu demorar a ver o filme foi pq eu achei que ele era chato.Posso dizer que não estava muito empolgado com o começo do filme, mas depois fui me interessando mais e quando vi já estava no final. O final de Colateral não é uma grande surpresa mas é o jeito com que os atores e personagens tem um entrosamento é fantastico. Para quem é fã do tipo desses filmes, Colateral é um filmaço...

Uma das coisas que me chamou a atenção foi como eles conseguiram a partir de um tema simples fazer um bom filme. Me diz o que tem de demais na história? Eu acho que o jeito com o que ela é contada, o grande desempenho dos atores, tanto de Cruise como e Foxx. O jogo com as cameras. Mann está de parabens como o resto da produção e do elenco com pelo filme.

Postado por Victor às 00:51:53
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sábado, 23 de outubro de 2004

THE LONG AND SHORT OF IT: O curta dirigido por Sean Astin
Nota:7

Esse curta metragem é dirigido por Sean Astin, que fez o inseparável amigo de Frodo (Elijah Wood) em “O Senhor dos Anéis” chamado Sam. Enquanto estava filmando a segunda parte da trilogia, Sean reuniu uma turma e em apenas 1 dia filmou esse curta.
O filme fala basicamente na solidariedade das pessoas. Ser amigo, solidário com o próximo.

O filme se passa em Wellington na Nova Zelândia. Um cara fazendo o seu trabalho, colando papeis em paredes nas ruas, não consegue alcançar o alto e nem consegue colar a parte de baixo. Então pessoas que passam nas ruas resolvem ajuda-lo. O filme conta ainda com a presença de Peter Jackson...Será que Sean Astin se tornará o mais novo diretor de cinema?


Postado por Victor às 16:03:41
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sexta-feira, 22 de outubro de 2004

ALGUÉM TEM QUE CEDER
Nota: 7.5



A partir desse post eu estarei incluindo, ao invés de estrelas, estarei colocando a nota que eu acho que o filme merece.
Não sou muito fã de comedias românticas, mas sempre que tem uma disponível eu alugo. Claro, que se tiver outro filme mais interessante eu com certeza alugarei. Se vocês repararem as estórias deste tipo de filme nunca muda, é sempre a mesma coisa. E como só tinha este de recente foi ele mesmo.

Apesar de já ter ouvido falar (bem) dele quando estava em cartaz, nunca tinha me interessado em o assistir, mas para minha grande surpresa não achei um filme chato como eu acho na maioria das vezes. O filme é bem legal, dialogado e com uma grande atuação de Jack Nicholson. Toda o elenco está bem entrosado e bastante divertido. Keanu Reeves aparece depois da trilogia Matrix como um medico que se apaixona pela bela Diane Keaton, que alias está muito bem no papel de uma escritora de meia idade.
Dentre as comedias românticas Alguém em que ceder (Something's gotta give,2004, EUA e Nancy Meyers) pode se dizer que é uma das melhores do ano.

O filme mostra a história de um homem idoso (Nicholson) bem sucedido profissionalmente, que namora uma bela jovem, nova o suficiente para ser sua filha. No entanto, quando ele conhece a mãe da garota (Keaton), apaixona-se por ela e uma reviravolta acontece em sua vida.

Postado por Victor às 15:08:27
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quarta-feira, 20 de outubro de 2004

EFEITO BORBOLETA: Espera mais do filme...mas não deixa de ser bom



Esse filme nos faz refletir bastante nos nossos atos, nos nossos movimentos, a cada decisão tomada e a cada minuto perdido que você faz e que pode mudar para sempre a sua vida. Para melhor ou para pior. E é nesse ritmo que o filme Efeito Borboleta (Butterfly Effect, 2004, EUA de Eric Bress). Não pude ir ver esse filme no cinema, mas pelo o que percebi muitos falaram bem e mal do filme. Eu vou para o lado das pessoas que falaram bem, apesar de não ser aquilo tudo que eu esperava.

Os diretores sabem conduzir o filme de uma forma intrigante e que a cada lembrança tudo de Even muda. Não sei se isso é legal ou não, mas o que importa é que achei muito interessante.
A atuação de ashton Kutcher que muitos criticaram e outros elogiaram, não está boa nem ruim, está muito diferente. É difícil não relacionar sua imagem com a comedia e de repente ele aparece num suspense. Existem cenas que você percebe que ele está sendo forçado e eu acho que se ele fosse mais “natural” aí seria melhor. Como vi o filme em DVD na parte dos “Extras” tem links muito interessante como entrevistas, bastidores, making of eles também explicam a teoria do Caos.

Evan Treborn, jovem estudante de psicologia que teve diversos problemas enquanto criança e adolescente, sofrendo de desmaios e bloqueios de memória. Após reencontro com seu amor de infância, Kayleigh (Amy Smart, de ''Tá Todo Mundo Louco''), Evan descobre que, ao ler seu diário, consegue enviar sua consciência adulta para o passado, em seu corpo de criança. Ele altera atitudes e muda completamente o seu destino, de sua namorada e amigos. Mas Evan rapidamente descobre que ter o dom de manipular o passado, não significa controlar o futuro.

Postado por Victor às 20:55:54
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terça-feira, 19 de outubro de 2004

RESIDENT EVIL 2: APOCALYPSE



Depois de muita expectativa (acho que de todos) chegou ao cinema na semana passa Resident Evil 2: Apocalypse (Idem, 2004, EUA de Alexandre Witt) e como era de se esperar, apesar do otimo trailler que iludiu multidões, o filme não é tão bom quanto o primeiro e acredito que o terceiro tambem não.

Resident Evil 2, apesar pelas otimas cenas de ação e pela BELA atuação de Milla Jovovich perde um pouco pelas falhas. Falhas em varios sentidos, nas suas sequencias horriveis. O filme é super embaralhado, de repente você está vendo uma cena e corta e pronto de repente aquelas personagem que estava na cena anterior já esta nessa...Without words...E as ceninhas de sustos patéticas??Se alguem tomou susto nesse filme, por favor me informe...

Depois de falar um pouco mal vamos falar um pouco bem, o filme tem boas cenas de ação e algumas de pura adrenalina...Adorei as partes de luta de Alice e tb quando ela desce do predio. Acho q só isso que presta no filme e olhe lá...

O filme começa com uma retrospectiva do primeiro. Mostrando as cenas mais importantes e o que aconteceu enquanto Alice estava sob experimento da Umbrella e o filme mesmo só começa após a sua saida do hospital e se deparar com a cidade de Racoon destruidas e quase todos contaminados pelo T-virus. Junto com Jill Valentine (Sienna Guillory) e mais alguns eles lutam para sobreviver e dar o fora dá cidade...Ah!! Akele cara maconheiro é o melhor do filme...

O filme decepciona, mas temos que dizer que não é pessimo...Agora nos resta esperar e aguardar o 3º. Alguem sabe dizer até qual vai??

Postado por Victor às 13:14:04
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domingo, 17 de outubro de 2004

RESIDENTE EVIL- O HOSPEDE MALDITO: O game-filme que deu certo



Apesar de ter visto este filme, o aluguei de novo, pois não estava lembrando de nada.Sabe o que é nada, nada mesmo. Vc sabe que viu o filme e faz de tudo pra lembra e continua com um branco em relação a tudo.Foi isso q aconteceu e o pior q eu estou com uma grande vontade de ver a sequência.

Não sei o que me atraem nesses filmes, mas eu sempre acabo gostando deles.Acho q é o fato de o filme ser baseado mortos-vivos, zumbis e o filme conta com uma grande aventura e ação. Me lembrei muito de "Madrugada dos Mortos", parece identico, mas acontece q "Madrugada dos Mortos" veio bem depois e com isso o Mérito vai para Resident Evil, apesar de terem excelentes filmes de "terror" deste tipo antes desses dois. O bom desse filme é que ele te prende do começo ao fim e ainda te deixa com muita vontade de ver a continuação. Com bastantes cenas de aventuras, ação e suspense você não sai da poltrona reclamando. Se o diretor do filme quizesse que o filme te desse muitos sustos ai ele errou. O filme é fraquinho, muito fraquinho nessa parte.

O filme, baseado num game, começa quando um virus contamina todas as pessoas que trabalham num laboratório de tecnologia (Umbrella) . O sistema é controla por um super-computador e com a contaminação o sistema fecha as portas e todas as pessoas que trabalham ficam presas e acabam se tornando um zumbi. Agora um esquadrão militar invadem o lugar para destruir a "Colmeia" e resgatar os sobreviventes. Com a bela Milla Jovovich no ellenco e com grandes atores tambem fazem você prestar atenção em todos os segundos do filme.
Taí...Agora eu quero logo ver o 2....



Postado por Victor às 00:59:44
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